Descrição:
A integração segura em espaço aéreo não segregado dos diferentes tipos de aeronaves, tripuladas e não tripuladas, depende, dentre outros serviços providos pelo UTM (Unmanned Traffic Management), do atendimento da capacidade de detectar e evitar colisões (do inglês Collision Avoidance), prevista no Anexo 2, Capítulo 3, Seção 3.2, das Regras do Ar da ICAO (International Civil Aviation Organization). O documento da ICAO estabelece os procedimentos para uma aeronave com tripulação, contudo esta capacidade também precisa ser atendida em aeronaves remotamente pilotadas e/ou autônomas, que porventura precisem executar estas manobras. Com a ausência da tripulação na cabine, cenários que levem às situações de insegurança precisam ser tratados remotamente, quando disponível o enlace com o piloto, ou em sistemas embarcados às aeronaves. A título de exemplo, (i) uma aeronave remotamente pilotada pode perder a comunicação com o piloto e a continuidade de uma rota pode levar a uma situação de risco de colisão; já (ii) uma aeronave autônoma precisa estar sempre com um sistema de detectar e evitar ativo já que todas as ações serão tomadas com base nessa informação de consciência situacional.
Resultados Esperados:
- Protótipo de Subsistema de DAA para embarcar em sistemas de aeronaves remotamente pilotadas (SARP)
- Integração do BR-UTM em ambiente de simulação para avaliação de CONOPs (Concept of Operations).
- Capacidade de realizar desconflito estratégico e tático em demonstração.
Ficha:
s- Projeto no valor de R$2.100.000,00, Financiado pelo DECEA via ICEA.
- Início em Agosto de 2022 com duração de 3 anos.
- Executado pelo ITA.
- Apoiado pela FCMF.
- Parceiros nacionais: ITA / ICEA / DECEA / XMOBOTS / ATECH
- Parceiros internacionais: LFV, SAAB, LiU