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SIMUA

O projeto SIMUA (Integração Segura de Diferentes Aeronaves Tripuladas e Não Tripuladas em Espaço Aéreo Não Segregado) visa avaliar a interação de tráfego misto e a robustez dos sistemas de sensoriamento para:

  • Validação do Espaço Aéreo e Interação UTM: Este cenário tem como foco avaliar o desempenho das regras de tráfego aéreo e dos protocolos de coordenação sob diferentes condições operacionais. Investiga como a confiabilidade do sistema e as distâncias de segurança são afetadas por fatores ambientais, degradação dos sensores e densidade do tráfego;
  • ISR Multiuso e Gerenciamento de Crises: Este cenário aborda missões de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (ISR) tanto em contextos militares quanto em operações de ajuda em desastres (como busca e salvamento ou conhecimento situacional em zonas de crise). Explora a coordenação de ativos heterogêneos para fornecer um quadro operacional claro.

O SIMUA terá por foco desenvolver dois conjuntos de arquiteturas e algoritmos, sendo um para o gerenciamento de tráfego aéreo para os streams Air Traffic Manegment (ATM), Unmanned Aircraft System Traffic Management (UTM) e Urban Air Traffic Management (UATM), outro para implementação das funções de monitorar/detectar e evitar colisões.

Assim, espera-se que os produtos gerados contribuam para a evolução da gestão de fluxo do tráfego aéreo com a presença das aeronaves não tripuladas no espaço aéreo brasileiro. Dentre os desafios do SIMUA pretende-se desenvolver um sistema embarcado de Detectar e Evitar (Airborne Based Detect And AvoidABDAA), com vistas a permitir a completa integração do UAS no SISCEAB, tendo por objetivos específicos:

  • Estabelecer quais soluções tecnológicas devem ser desenvolvidas ou adaptadas, de forma a permitir que o Piloto Remoto em Comando (Remote Pilot In CommandRPIC) cumpra com as Regras do Ar, principalmente no que se refere à capacidade de ver e evitar;
  • Explorar quais conceitos e tecnologias devem ser desenvolvidos ou adaptados, com vistas a proporcionar o gerenciamento autônomo de aeronaves não tripuladas, no novo ambiente conhecido como espaço aéreo UTM (Unmanned Aircraft System Traffic Management);
  • Definir a viabilidade de se empregar as tecnologias já adotadas pela aviação tripulada, nas plataformas remotamente pilotadas e autônomas;
  • Explorar quais conceitos e tecnologias devem ser desenvolvidas ou adaptadas para permitir que aeronaves não tripuladas realizem as funções de monitorar/detectar e evitar colisões.