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CET-ADS

O projeto CET-ADS (Centro de Desenvolvimento de Tecnologias Críticas para o Domínio Aéreo Futuro) visa colaborar para o cumprimento da missão da Força Aérea, por meio da busca de
autonomia tecnológica em favor do monitoramento da área de responsabilidade do Brasil, protegendo nossas riquezas e cuidando da soberania.

    O CET-ADS deve integrar, em um único ambiente laboratorial, pesquisadores, empresas e representantes do governo, atuando em projetos interconectados em tecnologias críticas para a Defesa Nacional. Para tanto, o CET-ADS deve:

    • Estabelecer um centro capaz de permitir a integração tanto de concepção, quanto de desenvolvimento e verificação e validação de tecnologias, onde os projetos possam compartilhar seus desenvolvimentos e através de um ambiente de demonstração compartilhado, verificar e subir o TRL de seus projetos;
    • Realizar a interação de projetos que avançaram no desenvolvimento, permitindo a continuidade e integração em cenários e abordagens que permitam o melhor atendimento às demandas das forças militares, bem como o transbordo civil do emprego das tecnologias desenvolvidas;
    • Incluir novas linhas de atuação no ADS de forma a integrar mais funcionalidades, principalmente em tópicos referentes à sensoriamento remoto, projeto conceitual, planejamento de tarefas para sistemas autônomos e desempenho humano.

    O CET-ADS será o hub que hospedará os resultados dessas pesquisas e permitirá que o portfólio do ADS esteja disponível para aplicação. Ressalta-se que o CET-ADS poderá ser capaz também de sediar eventos de treinamento, hackathons, e cursos que possam ser realizados por quaisquer dos projetos do ADS.

    O CET-ADS desenvolverá um Sistema Demonstrador Tecnológico (DTEC) para integrar e validar as tecnologias desenvolvidas pelas diversas iniciativas do projeto, tendo como capacidades principais:

    • Empregar sistemas aéreos cooperativos;
    • Realizar a integração segura de diferentes sistemas aéreos tripulados e não tripulados;
    • Otimizar a capacidade de operação remota;
    • Planejar missões com sistemas heterogêneos e com alterações de contexto;
    • Realizar buscas autônomas.